Famous Scientists Who Believed in God

Famous Scientists Who Believed in God.
Material para mais tarde.
Uma lista que os ateus que descriminam cristãos, sobretudo na sua comunicação e discussão com os mesmos, deveriam aprender de cor.
🙂

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A necessidade da libertação da visão, sentir, percepção e consenso do Divino para a Renascença de Portugal – II

(Imagem por Alfredo Carneiro)

“É por isso que se mandam as crianças à escola: não tanto para que aprendam alguma coisa, mas para que se habituem a estar calmas e sentadas e a cumprir escrupulosamente o que se lhes ordena, de modo que depois não pensem mesmo que têm de pôr em prática as suas ideias.
É no problema da educação que assenta o grande segredo do aperfeiçoamento da humanidade. ” Kant

O projecto do Iluminismo falhou por duas razões:
1 – porque ainda tínhamos um grande atraso quando à psicologia do ser humanos, pouco ou nada compreendíamos nem do inconsciente, nem da importância do sentir e do sentimento, nem da educação pelo amor e respeito. Nem da necessidade de espiritualidade de quem ensina. Tal como ainda existem pessoas e instituições hoje em dia, que pensam que podem educar, ferindo, batendo, oprimindo, abusando, controlada, voluntária e propositadamente: a “técnica” foi usada em família e na educação e é ainda por exemplo usada nas tropas elitárias — é das coisas mais diabólicas e profundamente perversas que existem.  O ser humano muitas vezes usou os ensinamentos de espíritos e seres diabólicos.
Agora porém, embora ainda nos seus inícios, temos o amor. E a transformação do ensino da mulher regenerada, quando ao serviço do Bem e de Deus, em vez do homem e seus apetites.
2 – os homens mais uma vez escolheram a escuridão, desprezando os escritos sagrados de Swedenborg, segunda vinda de Jesus. Não havia pessoas suficientes preparadas. Alguns preferiram beber desta fonte, e fazerem com ele a sua vantagem egoísta, usando-o e mudando-o segundo suas próprias vontades, não o referindo, mantendo as revelações longe do conhecimento público.
Maçons, judeus, católicos e rosa-cruz, pecando pela mesma auto-defesa das visões pessoais, que lhes pareceram superiores (notemos por exemplo o nome de “Rijckenborg”, pseudónimo escolhido por um escritor e fundador de uma escola rosa-cruz, querendo Rijck dizer “rico” ou “reino”, por alternativa a “Swedenborg”.) Estas pessoas formaram teorias próprias, que justificam a violência, a Guerra, e a não compaixão sempre justificada na prática por teorias ou Calvinistas ou de karma. Os Mormon nas Américas, coitados, foram fundadas por alguém que não só roubou de Swedenborg o que lhe apeteceu, mas também sua associação com poderes errados logo se manifestaram na invenção alternativa à monogamia que Swedenborg diz ser o caminho da evolução humana, dando origem a uma “rage” de poligamia, e de abuso !!!
Swedenborg, era inconveniente, porque indicava o caminho claramente. Ora isso vai contra os egoísmos, de quem quer ser seguido, em vez de caminhar em conjunto com outros para o Supremo.

A humanidade não estava pronta, embora fosse bebendo desta fonte, aos poucos, como por exemplo, em relação à tradição dos Jardins de Infância, inspirada em Swedenborg.

O resultado foi a humanidade ter que sofrer horrores, num escalar da violência, da atrocidade e crueldade anteriormente nunca vista, e, depois de Tesla, mesmo debaixo do olhar de pessoas com potència de pensamento muito desenvolvido, o estabelecer-se ainda mais firmemente o desvio da economia e da Ciência – desvio gravíssimo em que vivemos hoje em dia, com a presente mistura de humanos com animais e com máquinas, isto é bestialização e mecanização do ser humano, fazendo cada um deles ser escravo de um poder tremendo e totalitários, e a raça humana descer ainda mais. Este o projecto maligno.

O benigno é o do Reino Divino para o ser humano. Devido ao poderes do mal, só conquistável com ajuda das Hostes Angélicas. Na Aliança, todos são bem vindos, também os ateus, mas ela em si, parte dos princípios do Altíssimo, Cristo-Sol do Reino que o Pde António Vieira sabia ser inteiramente possível aos portugueses formar. Se hoje em dia há poucos preparados para tal, naquela altura, muito menos. Não é com armas que se conquista, cria ou forma o mesmo. Não é com militares nem com exércitos que vamos conseguir vencer o mal, dentro ou fora. Daí também a razão da re-leitura em comum. Dantes, impunham-se as ideias. Agora, é preciso que ressoem por dentro. E isto, a nível da população. Releitura fresca, viva e vivida.

Tanto dinheiro como o mundo do mal continuará a existir ainda na Terra. Mas o que queremos é criar a alternativa para quem DETESTA o mal, não para si mesmo apenas, mas para os outros, sem ser a única alternativa, tornarmo-nos erimitas ou monges. Por isso mesmo, essa Aliança prentende ser, não O Governo, mas uma frota complementar ao governo e livre, que usará apoio governamental, se o tiver, apenas e exclusivamente para melhor florescer, frutificar, inspirar e beneficiar Portugal, e tantos seres humanos quanto possível, começando pelos portugueses caminhantes no Projecto da Vontade Divina de criar um Reino onde o nosso trabalho, contrariamente ao de Sísifo, faz fascinante sentido, e não está ao serviço da Guerra e do Mal.
Que melhor alegria podemos desejar do que essa?
Se esse plano que de Deus vem, inspira os ânimos, corações e obras de muitos portugueses, será o exemplo para todos aqueles que estão nas prisões desta economia do mal que a humanidade formou: que melhor alegria do que a de mostrar aos Africanos que poderão melhorar as suas vidas e trabalhar sem dinheiro ?

Espero que fique mais claro a minha necessidade de evocar continuamente o Amor e Saber Divino para esta realização, embora ainda não tenhamos lido em conjunto, textos que têm a capacidade de abrirem os corações e as mentes para o divino. Penso que os escritos sagrados de Swedenborg tem essa capacidade. E descodificam a linguagem de correspondências da Bíblia, retirando o poder àqueles que nos mantém oprimidos com teorias falsas, por exemplo a respeito dos filhos de Caím e dos filhos de Abel.
Além disso, a maioria das críticas que pessoas de boa vontade fazem à religião cristã, são resolvidas nos escritos de Swedenborg, com extrema e plena claridade; por exemplo, a questão do pecado original. A questão da crueldade de Deus. A questão do Inferno.  A questão do Paraíso. Etc etc.

Swedenborg dirige-nos a Cristo. Nada nele há de final ou de opressor. Além da porta de Jesus, todas as portas estão abertas, para tudo o que amamos: infinitos estudos, descobertas, crescimento no saber, nas ciências, nas artes, em cada aspecto da vida.
Não digo que Swedenborg seja perfeito em todos os detalhes, e que não haja nada de pessoal em tudo o que escreveu, mas que é A BASE QUE PODE INSPIRAR E PERMITIR-NOS FINALMENTE CONSTRUIR O JARDIM que sonhamos.
E nós mais do que todos podemos realizar isto, e vamos realizar isto, porque somos nós que temos esse coração ainda tão vibrante, ainda tão em amor, que se relaciona com o MUNDO CELESTE EM VEZ DE COM O ESPIRITUAL –  mas isso, é uma outra história  :)))

Remeto finalmente para a imagem de Descartes: também Swedenborg passa a vida dizendo, em como todos os escritos são necessários para a regeneração do ser humano.
Nós, realistas, sabemos hoje em dia o egoísmo e a maldade do ser humanos. Sabemos que sim, que é um facto que precisamos ser regenerados e transformados, e transmutados. Certamente não de homens em animais, como estão fazendo à bastante tempo os poderes ao serviço do Mal e do Príncipe deste Mundo. Mas de homens em Anjos. Essa a nossa escolha. Esse o caminho que se estende à nossa frente. E, se os escritos e a Igreja Espiritual são necessárias para isso, por outro lado, Swedenborg insiste, tal como diz Descartes acima, que não é uma coisa difícil, nem acima dos poderes humanos, nem somente para seres humanos especiais. Deus, não mente. Jesus não engana ninguém. Quando formarmos uma sociedade para todos os que querem seguir os caminhos de Deus, na alegria da simplicidade filosófica, do trabalho, e do amor, basta seguir os mandamentos (explicados muito mais profundamente) e a Eucaristia para muitos terem de novo acesso mais próximo a Deus, que não abandona ninguém que nega o mal e procura o Bem verdadeiro, acima do jogo do pêndulo, entre prazeres superficiais e dores criadas pelos seres humanos, cheios de si, em vez de cheios de Deus.

No amor Divino
Madre Pérola

“Podemos facilmente perdoar uma criança que tem medo do escuro; a real tragédia da vida é quando os homens têm medo da luz. ” ~ Platão

A necessidade da libertação da visão, sentir, percepção e consenso do Divino para a Renascença de Portugal – I

Sócrates

Alfredo Carneiro

Queridas Ostras

Existem dois aspectos nesta mensagem. O primeiro refere-se à questão da não leitura atenta dos Sábios. O segundo, a Portugal.
Não aprofundo a relação entre as duas coisas, pois que é impossível fazer publicações ainda mais longas.

Como seria possível, senão pelo fenómeno descrito por Fernando Pessoa na mensagem anterior deste blog, (e que volto a publicar em baixo), que Sócrates, seja, pelo seu pensamento racional e moral, o símbolo, o herói, o exemplo dos que rejeitam o sobre-natural, e vida consciente depois da morte? Quando a verdade é que Sócrates passa a sua vida insistindo, oferece-a até a esta causa, exactamente porque, segundo ele próprio, nada tem importância, em comparação com a Alma e o Divino, e tudo o que é bom e tudo o que temos que alcançar, começa pela busca da verdade a seu respeito. Tudo o mais é pó, em comparação. Tudo o mais é perda da vida. As suas palavras às vezes, são as mesmas que as de Jesus. E os seus conselhos são muitas vezes os mesmos.
Não se trata, evidentemente, de um fenómeno casual, nem apenas relativo a Sócrates; mas sim, à maioria dos filósofos! Para quase todos eles, o Divino e a Imortalidade era o mais importante. E no entanto, não só cientistas, mas também milhares de estudantes de filosofia, hoje em dia, licenciam-se e doutoram-se, usando de um truque, que consideram não só simples, aceitável, mas também filosófico e científico: estudam os filósofos, ignorando a sua “crença infantil e atrasada” em Deus ou deuses. Em verdade, este fenómeno em si merecedor de estudo, nada tem de científico, mas é o resultado do obscurecimento de muitas mentes, que se tornaram fechadas à luz do Espírito e da Alma. Por isso, não notam a irracionalidade da sua pretensão de lógica.

Milhares de pessoas, desde o sec. XX. lêem os grandes filósofos, ignorando o que lêem, no que concerne ao transcendental e sobre-natural. E os resultados estão à vista: nas guerras terríveis, na ignorância espiritual, na ciência e economia ao serviço do mal.

Na verdade, queridos e queridas amigos e amigas, Ostras portuguesas que podeis dar pérolas, todos os problemas que temos, em Portugal também, — impõem-se  compreender que a crise não é especificamente nossa, mas que a nossa “crise” faz parte do projecto mundial — se deve a uma coisa muito simples: ignorámos o que os maiores Sábios e Mestres da Humanidade nos disseram.

Achamos que isso são coisas de “luxo”. Primeiro temos que tratar das “coisas práticas que agora urgem”.

Ora sendo o Espírito que manda na Alma. E a Alma que manda no corpo, não conseguiremos realizar o Bem que desejamos para nós, ignorando-o, a fim de realizar as coisas referentes à vida terrena.
Queremos que se realize em Portugal, antes de mais, o seguinte objectivo: comer saudável (e não apenas pão), vida saudável, casa saudável, energias, vestuário, educação, cultura e trabalho com sentido, paz e dignidade para cada um dos portugueses.
Certo? É, ou não é?
O objectivo é justo. É maravilhoso. Eu estou convosco. Por isso escrevo isto.
Os portugueses uniram-se a 15 de Setembro, contra a situação presente.
Agora temos que nos unir naquilo que queremos atingir.
Isso só se pode realizar, pelo Espírito. Precisamos ainda de mais provas? De mais desgraças, do que as oferecidas nos últimos séculos?
É no Grande Espírito Divino, que reside a bondade que nos faz desejar esses bens para todos, e não só para nós próprios.
Consequentemente, para tomarmos resoluções que conduzam a essa realidade, para não virmos a ser vítimas das mesmas forças que foram os políticos que acusamos, precisamos de beber das Águas do Espírito, com urgência e felicidade.

O que tenho então a dizer aos ateus, aos que não associam a necessidade de se estar com Deus, para a Regeneração de Portugal?
Quero impor-lhes crença? Hipocrisia? Não !!!!! De forma nenhuma. Pobre amor a Deus seria esse. Têm o direito e liberdade de duvidar, liberdade essa concedida a cada ser humano, liberdade essa que faz parte intrínseca do seu ser, e que, para nós amantes de Deus, lhe é dada pelo Amor do mesmo. Os animais é que não têm escolhas de consciência. Além disso, nada mais detestável, do que querer-mo-nos unir a um projecto justo e profundamente necessário por Portugal e pela Humanidade, e não o podermos fazer, porque de imediato NOS IMPÕEM certas escolhas do foro da nossa consciência.
Existem tantas pessoas que fazem isso hoje em dia, que às vezes fico estupefacta. Todo o bom que tenhamos a fazer, não é de certeza recorrendo a polícia, prisões, ameaças e violência para impormos os nossos ideais. Sabemos como é assim que de imediato se degenera cada Revolução e cada novo poder político.
Assim, o único apto ao governo é aquele que sabe distinguir aquilo que se deve e pode impôr como lei, daquilo que se deve e pode fomentar, criativamente, e não proibir ou impôr por opressão.

Vou dar-vos o exemplo da tradição do fogo de artifício na noite de passagem de ano, na Holanda. O hábito era tal, que, para mim, simples e mortal portuguesa, a noite era pavorosa. O barulho era como se estivéssemos a ser bombardeados, e o fumo e atmosfera era como se um vulcão próximo tivesse entrado em actividade: a partir da meia-noite, era perigoso andar nas ruas, e, literalmente, não se conseguia ver nada a um metro de distância. Além destes aspectos para mim detestáveis, as vítimas eram numerosas, olhos, mãos perdidas. Sei isso sobretudo por uma ex-paciente do meu consultório terapêutico, a qual é um dos melhores produtores de boas próteses oculares do mundo! 😦
Além dos acidentes gravíssimos, milhões de euros eram deitados naquela fumarada infernal. Pelos vistos não era só eu que detestava estas noites de passagem de ano. Um dia o governo fez uma campanha de contra-publicidade. Informando, incentivando a não atirar fogo de artifício. A mudança foi radical. Com uma única campanha, a redução foi, pelo menos à minha volta, talvez dos 75%, ou mais. Pelo menos de 50%, foi de certeza.
Isto é civilização. Embora lançar uma lei de proibição, por exemplo para particulares, neste caso não tivesse prejudicado ninguém, e até pudesse ser justificada, seria um acto bárbaro. Porquê? Porque todos gostamos de compreender e descobrir as coisas por nós próprios. Para nos comportarmos como seres humanos, precisamos também de ser tratados como seres humanos.

Há séculos atrás, imperadores e outros chefes de governo, declaravam, por causa da sua simples opção pessoal, a religião obrigatória de um país,  perseguindo e matando não adrentes. Atitude, infelizmente semelhante à de muitos de hoje em dia, que, no nosso país, por terem certas opiniões e opções “morais”, vociferam de morte, e anos de prisão para quem ainda não tenha os mesmo pensamentos.
Em contraste com estes extremismos e fundamentalismos que se pretendem impor, recorrendo a um governo perverso e opressivo, ou/e a medidas opressivas, às vezes abusivas e absurdas, temos a presença fulgurante do prometido Paráclito e Consolador, nos escritos de Swedenborg. Embora este sim, seja o fogo celestial e água pura que nos pode alimentar, e finalmente libertar os ensinamentos de Jesus das garras dos erros humanos, tem aguardado silenciosamente a maturidade e sede de quem deles se aproxime.

Porque estes escritos são tão importantes, para uma visão fresca do Grande Mestre Divino, resolvendo problemas e questões graves, que pessoas inteligentes e morais, com razão, condenam na religião Bíblica, é necessário podermos falar destas coisas, com todos, com as pessoas inteligentes que nos cercam e que querem transformar Portugal para melhor. Mesmo que não acreditem, mesmo que não concordem, é necessário que saiam da sua posição confortável de julgar que nós, amantes de Deus, somos ingénuos iludidos perdidos numa farsa, ou doentios deprimentes. É necessário ao menos que saibam do que falo, quando o faço continuamente a respeito das coisas sacras.
E é necessário vermos que tolos somos nós, ao pensar que gigantes como Sócrates e Platão, Aristóteles e Plotino, Descartes, e tantos outros, que se lhes antecederam e lhes sucederam, eram “grandes”, mas “iludidos por superstições”. De forma a pensarmos que podemos estudar ou compreender as suas ideias, excluindo aquelas partes onde aparece “Deus” – como fazem hoje em dia nas Universidades.

“É minha fé na Bíblia que me serviu de guia em minha vida moral e literária. Quanto mais a civilização avance, mais será empregada a Bíblia.” ~ Immanuel Kant 
🙂
Embora esta frase seja ao mesmo tempo surpreendente e irritante para alguns, a verdade é que, um dia, ao estudarmos em conjunto, gostaria de demonstrar de forma simplicíssima, como Deus nem sequer é algo em que se pode acreditar ou deixar de acreditar, segundo o ponto de vista da inteligência ou racionalidade. A questão não é tanto essa, e sim do que é que se fala, quando se fala em Deus.
Daí que seja inevitável, lermos e reflectirmos em conjunto. Dantes, impunham-se às vezes as ideias. Agora, é preciso que elas sejam compreendidas e reflectidas.

 

 

______________________  citação de Pessoa a que me refiro, publicada na mensagem anterior deste blog ________________________

“O que é preciso é compenetrarmo-nos de que, na leitura de todos os livros, devemos seguir o autor e não querer que ele nos siga. A maior parte da gente não sabe ler, e chama ler a adaptar a si o que o autor escreve, quando, para o homem culto, compreender o que se lê é, ao contrário, adaptar-se ao que o autor escreveu.
Pouca gente sabe ler, os eruditos, propriamente tais, menos do que ninguém. Como (no primeiro folheto) demonstrei, os eruditos não têm cultura.”
António Mora, “Orpheu” (Fernando Pessoa)

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“O que é preciso é compenetrarmo-nos de que, na leitura de todos os livros, devemos seguir o autor e não querer que ele nos siga. A maior parte da gente não sabe ler, e chama ler a adaptar a si o que o autor escreve, quando, para o homem culto, compreender o que se lê é, ao contrário, adaptar-se ao que o autor escreveu.
Pouca gente sabe ler, os eruditos, propriamente tais, menos do que ninguém. Como (no primeiro folheto) demonstrei, os eruditos não têm cultura.”

António Mora, “Orpheu”

Christopher Hitchens – Argumentos relacionado com a filosofia de Sócrates – (e, entre outras questões: imoralidade da sugestão para deixar família )

Caras Ostras
Neste vídeo, Hitchens elogia a forma de pensamento de Socrates, por oposição à religião. Essa posição, ou seja essa oposição, é verdadeira? É de acordo com o próprio pensamento do mestre grego?

É evidente que não interessa a minha sugestão de que não seja o caso, mas sim de que nós, Ostras em conjunto venhamos a responder a esta pergunta, com “essays” e “papers” ou discussões sobre a questão.
Também seria interessante que houvesse pessoas a responderem por exemplo com livros, ensaios de outros autores que já tenham discutido este assunto, uma vez que não há nada mais comum do que esta posição de Hitchens.

Não podemos conversar com este senhor em vida, mas poderemos tentar responder-lhe, como se ele vivesse.  Não sei se houve alguém que tivesse tido com ele um diálogo à sua altura? Pelo que vejo nos vídeos, nem por sombras.
É estranho, pois em princípio qualquer teólogo ou filósofo deísta ou teísta, deveria saber responder-lhe com a maior facilidade.
Sabem quem o tenha feito?

É um tema para voltarmos a seu tempo, depois de vários estudo.